[abri umas gavetas e bati a poeira, como resultado encontrei esse texto no limbo dos arquivos de 2005. resolvi relevar as falhas da narrativa e a estranheza do enredo. ei-lo tal qual foi redescoberto]
Ela tem oito anos e bate a cabeça na parede. Acorda todas as noites, no mesmo horário, desde os três anos, e, por exatos vinte minutos, fala com o teto, depois se despede e dorme. Brinca parada, olhando o sol entrar pela janela, sozinha. Porta fechada, brinquedos pelo quarto. Sempre. Leia o resto deste post »
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