A raça com pênis oscila entre infindas possibilidades tempe- ramentais, mas, ok!, tem amor pela carne. Como se externa o sentimento é o colorido da história. Se minha autoestima enfrentasse período tene-broso, hoje pela manhã teria sido a lavagem da burra. Pus calça colada de ginástica e me joguei na corrida pelo aterro do Flamengo. Sucesso retumbante.
O morrinho carnudo entre as minhas pernas, seguido delas próprias, e afinal a buzanfa – conferida através da clássica pescoçada masculina, foram alvo das mais desinibidas demonstrações de afeto. O carioca é mesmo macho por excelência.
A coroação aconteceu na loja de sucos. Cliente suada, pesquiso o quadro de preços, ainda da calçada. Decido pela acerola e olho para os atendentes, um deles é projeto de Neymar, mas com boné para maior discrição do penteado, o outro nutre o rosto dos safados baixinhos, o tipo com cabelo na máquina, corpo em dia, meio sorriso. Tem talento estético pra cafajeste. Leia o resto deste post »
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